A curious item was found among Beethoven's effects, locked away in a drawer, at the time of his death: three letters, written but apparently never sent (they may have been sent but returned to him), to the “Immortal Beloved.” The content, which varies from high-flown poetic sentiments to banal complaints about his health and discomfort, makes it clear that this is no literary exercise but was intended for a real person. The month and day of the week are given, but not the year. The periods 1801–02, 1806–07, and 1811–12 have been proposed, but the last is the most probable. The most cogent arguments regarding the identity of the person addressed, those by Maynard Solomon, point to Antonie Brentano, a native Viennese, who was the wife of a Frankfurt merchant and sister-in-law to Beethoven familiar Bettina Brentano.
(Adaptado de https://www.britannica.com/biography/Ludwig-van-Beethoven. Acessado em 29/07/20.)
A partir do conteúdo do texto, pode-se afirmar que
as cartas mencionadas foram enviadas por Beethoven, mas devolvidas a ele.
a destinatária das cartas de Beethoven seria uma cunhada do próprio compositor.
as cartas foram enviadas no período de 1801 a 1812.
a hipótese mais sólida é a de que a destinatária das cartas seria uma vienense.
Resolução
A afirmação está correta porque o texto apresenta Antonie Brentano como a destinatária mais provável das cartas e informa que ela era natural de Viena.
A expressão “The most cogent arguments regarding the identity of the person addressed” significa “os argumentos mais convincentes sobre a identidade da pessoa a quem as cartas eram dirigidas”. Em seguida, o texto afirma que esses argumentos “point to Antonie Brentano, a native Viennese”, isto é, “apontam para Antonie Brentano, uma vienense de nascimento”. Portanto, a hipótese mais sólida identifica uma mulher nascida em Viena como destinatária.
O texto não apresenta essa identificação como certeza: os argumentos apenas apontam para Antonie. Por isso, a alternativa emprega adequadamente as palavras “hipótese” e “seria”. A referência a Frankfurt diz respeito ao marido dela, descrito como comerciante dessa cidade, e não à origem de Antonie.